quinta-feira, 2 de junho de 2016

30 filmes para entender a história da arte

30 filmes para entender a história da arte: A arte e nada mais que a arte! Ela é a grande possibilitadora da vida, a grande aliciadora da vida, o grande estimulante da vida. (Friedrich Nietzsche)


Azul: 50 curiosidades interessantíssimas que você não sabia sobre a cor - Follow the Colours

Azul: 50 curiosidades interessantíssimas que você não sabia sobre a cor - Follow the Colours: Selecionamos 50 curiosidades interessantíssimas sobre o AZUL. São m

É a cor favorita de 45% das pessoas do mundo, possui 111 tons diferentes nomeados, além de ser associada a calma, simpatia, harmonia e fidelidade. Estamos falando do AZUL, a cor mais popular em todas as civilizações. Mas, você sabia que ninguém a enxergava até os tempos modernos? Pois é, depois de alguns séculos, o azul faz parte da nossa rotina e é impossível viver sem pensar nele.

Muitos aspectos positivos são atribuídos ao azul. Ele simboliza a paz, a realização espiritual, tranquilidade, amizade, confiança, fidelidade e integridade. É também a cor de todas as virtudes intelectuais: sabedoria, inteligência, ciência, controle, concentração, independência. Tem o poder de acalmar e relaxar as pessoas. É relacionado a purificação, expulsa energias negativas, além de favorecer a amabilidade, a paciência e a serenidade. Estimula a busca da verdade interior, bondade, ordem, disciplina. Incrível, não?Muitas informaçoes bacanas sobre a cor, além de significados e sua psicologia. Confira!




quarta-feira, 30 de março de 2016

OLHAR O DESENHO, É CONHECER UM POUCO QUEM DESENHA!!!

Uma postagem de :Nancy Rabello

O desenho é uma linguagem. Esta afirmação faço sempre em minhas palestras, pois acredito nisso.  
O vocabulário desta linguagem são os traços, curvos, retos, fortes, fracos, cada pessoa tem sua marca ao desenhar, as cores que usa,  e o local onde coloca seus ´personagens, ela usa estes recursos e muitos outros para comunicar uma ideia, para contar algo.

Mas será que esta informação muda a atitude dos professores? Vejo que alguns dão pouca atenção ao desenho.  O consideram  somente como um recurso para que seus alunos fiquem quietos, entretidos, enquanto os demais terminam uma atividade.

Mas o desenho é muito mais que isso.

O desenho nos fala também por meio das cores que usa quem desenha, e dos locais onde alguns elementos estão colocados, e dos traços que fazemos. 
O centro da folha, quase sempre se refere à pessoa que desenha.


Vamos falar dos traços, traços retos nos mostram pessoas mais diretas sem muitos rodeios, já as linhas curvas podem indicar pessoas que fazem mais rodeios para falar, para resolver suas situações.

Os traços muitos fortes nos falam de pessoas que gostam de se impor, e são mais extrovertidos, já os traços frágeis nos falam de crianças mais tímidas ou inseguras. 

Sempre  nos apropriando dos nossos traçados,das formas que adquirimos com o  desenvolvimento do desenho, isso nos traz uma certa segurança ao desenhar, tipo “ eu sei fazer “ e é por isso que as garatujas voltam sempre aos nossos desenhos de adultos.  

Aqui vemos as garatujas que voltaram no morrinho, nas florzinhas, e na arvore. Você já tinha percebido isso. Observe o seu desenho, veja como sem pensar você faz garatujas. 


NISE DA SILVEIRA , A MULHER QUE IMPRIMIU UM NOVO RUMO À PSIQUIATRIA NO BRASIL

Nise da Silveira nasceu em Alagoas, no dia 5 de fevereiro de 1905, e foi uma das mais importantes psiquiatras no Brasil. Em 1926, ao se formar na Faculdade de Medicina da Bahia, onde era a única mulher em uma turma de 157 alunos, Nise apresentou o estudo: “Ensaio sobre a criminalidade da mulher no Brasil”. No ano seguinte, ao mudar-se para o Rio de Janeiro com o marido e colega de turma, o sanitarista Mario Magalhães, começou a atuar como psiquiatra e iniciou uma coluna sobre medicina para o jornal A Manhã. “Na época em que ainda vivíamos os manicômios e o silenciamento da loucura, Nise da Silveira soube transformar o Hospital Engenho de Dentro em uma experiência de reconhecimento do engenho interior que é a loucura”, explica Christian Ingo Lenz Dunker, psicanalista e professor titular do Instituto Psicologia da USP.
Envolvida com os círculos marxistas da época, Nise foi denunciada por uma colega de trabalho, que era enfermeira, e presa pelo chefe da polícia política do Estado Novo, Filinto Müller, de 1934 a 1936. No presídio Frei Caneca, dividiu a cela com Olga Benário, a militante comunista alemã que à época era mulher de Luís Carlos Prestes, e conheceu o escritor Graciliano Ramos, que a retratou em seu livro Memórias do cárcere. “(…) lamentei ver a minha conterrânea fora do mundo, longe da profissão, do hospital, dos seus queridos loucos. Sabia-se culta e boa. Rachel de Queiroz me afirmara a grandeza moral daquela pessoinha tímida, sempre a esquivar-se, a reduzir-se, como a escusar-se a tomar espaço”, retratou o escritor. Em liberdade, porém colocada na clandestinidade, Nise entrou em contato com leituras de Spinoza e publicou o livro Cartas a Spinoza.


Ler mais: http://www.psicologiasdobrasil.com.br/nise-da-silveira-a-mulher-que-imprimiu-um-novo-rumo-a-psiquiatria-no-brasil/#ixzz44PJ8xNRd

Deixe seu filho longe desse ódio todo

RITA LISAUSKAS
22 Março 2016 | 14:43

Salvem o Gui. Salvem nossos filhos

Desenho infantil
Quando entro na escola do meu filho e vejo aquelas crianças todas brincando meu coração sempre enche de esperança. Não paro de sorrir para aquela gritaria fininha, e meus olhos nem piscam ao ver a alegria dos meninos e meninas correndo para cima e para baixo, absortos em suas próprias fantasias, brincadeiras e sonhos, sem ter a menor ideia das guerras rolando atrás da jabuticabeira linda colada ao muro da educação infantil.
Mas fiquei chocada, semana passada, ao ver que o ódio, esse sentimento comezinho, adulto e detestável, tinha sim pulado o muro e sentado no gira-gira do parquinho das crianças. Tinha invadido também a aula de artes, esse lugar sagrado onde nossos filhos desenham o céu, as nuvens e colam lantejoulas amarelas no sol, para que fique com o brilho igual ao de suas fantasias.
Ninguém deveria ter deixado isso acontecer. Pior do que assistir à invasão bárbara é comemorá-la. “Meu filho, meu maior orgulho. Gui se manifestando na aula de artes. Vamos para as ruas domingo, vamos lutar por um país digno para as nossas crianças”, escreveu um pai semana passada em seu Facebook, ao compartilhar, orgulhoso, um desenho de seu filho feito na escola. Não sei quem é esse pai, a pessoa que compartilhou na minha timeline teve o cuidado de não expor a identidade desse homem. Sabemos apenas que ele é o pai do Gui. Não conheço tampouco a professora do Gui e a escola do Gui mas, espero de todo o coração, que ambas tenham ficado chocadas a ponto de chamar essa família para conversar. Um menino que senta em sua mesinha, coloca um avental e, em vez de desenhar e pintar o Ben 10 ou Homem Aranha, retrata a Presidenta e o ex-Presidente da República com ferimentos no peito, sangrando, ao lado das frases “Morre Diuma” (sic) e “Morre Lula” precisa de ajuda. E rápido.
O Gui deve ser como todas as crianças. Gosta de super-heróis, adora um Lego. E muitas vezes, deve ser retirado de seu mundinho paralelo de brincadeiras para correr para a varanda e gritar uns palavrões horríveis, como “puta” e “vagabunda” enquanto seus pais batem panelas.  “Mas a mamãe e o papai não disseram que é feio falar palavrão?”, pensa. Pensa, mas não diz, porque nessa idade eles aprendem tudo o que a gente faz, como esponjas, quase sem questionar. Aos poucos o Gui está aprendendo também que se pode fazer justiça com as próprias mãos quando ouve o pai dizer que “tem que matar esse bando de petistas!” Também fica confuso quando a mãe xinga uma mulher que está de vestido vermelho na rua: “Mas vermelho não é só uma cor?”, pensa. “Mas se a mamãe está tão brava deve ser uma cor horrível”, conclui.
Salvem o Gui, salvem os nossos filhos. Não deixem que eles acreditem que desejar a morte de uma pessoa é normal. Não deixem que eles acreditem que xingar uma mulher de puta e vagabunda é aceitável. Que espancar alguém que veste vermelho é um comportamento admissível. Ele e os nossos filhos têm que aprender que todos podem lutar pelos seus ideais, mas dentro da lei. E que urrar, babar e matar é coisa de bicho, não de homo sapiens.

segunda-feira, 31 de agosto de 2015

De:http://mindfulartstudio.com/7-art-therapy-myths-busted/

7 ART THERAPY MITOS BUSTED

Por: Amy Maricle
7 Art Therapy Mitos Busted
Mesmo que a terapia da arte tem sido uma profissão estabelecida desde a década de 1940, e as artes têm sido utilizados para a cura e saúde para a maioria da nossa existência, é ainda não tão amplamente entendida como a terapia da conversa. Eu gostaria de desmascarar alguns equívocos comuns sobre quem pode se beneficiar com a terapia da arte eo que eles podem esperar.

Mito # 1: A arteterapia é só para crianças.
A arteterapia é uma poderosa forma de terapia que combina ferramentas visuais e verbais para ajudar as pessoas de qualquer idade alcançar maior saúde física e mental eo bem-estar. É uma forma de envolver os centros de imaginação e sensoriais do cérebro na resolução de problemas. Não é necessária qualquer experiência especial ou talento artístico; tudo que você precisa é a sua imaginação e sua capacidade de escolher e responder à linha, forma e cor. Mesmo as pessoas com deficiência visual pode se beneficiar com a terapia da arte, tal como descrito por essas pessoas incríveis  aqui.Usando meios artísticos "visualizar" questões e traduzir seus sentimentos em imagens pode ajudá-lo a ver as coisas do ponto de vista do olho de um novo, pássaro. Tendo feito isso, você pode alterar a imagem, e depois pensar sobre como alterar a sua realidade.
ART TERAPIA 3

Mito # 2: A arteterapia é para pessoas que são portadores de deficiência mental, transtornos mentais graves ou feridos cérebro e não pode expressar-se verbalmente.
Arteterapeutas têm habilidades especiais e treinamento no uso de meios de comunicação visual em aconselhamento, que pode ser muito útil quando se trabalha com pessoas cuja capacidade de se comunicar verbalmente está comprometida. Não confunda a terapia da arte para uma abordagem não-verbal, no entanto. Embora possa haver momentos em que menos conversa é necessária, especialmente com população inferior de funcionamento, o processamento verbal é uma parte muito importante do trabalho em arte-terapia. A maior parte do trabalho que eu faço inclui um monte de processamento verbal: falando através de sentimentos e buscar soluções em conjunto com base no art. Vou falar mais sobre isso em # 7.

Mito # 3: eu não sei desenhar, eu não vou ser bom em qualquer arte-terapia.
As linhas retas são chatos

Este é um equívoco comumente realizada. As pessoas muitas vezes pensam que eles precisam para criar visualmente descrições "precisas" de situações ou fazer arte "beautiful". Enquanto algumas pessoas podem usar a terapia da arte desta forma, a maioria dos clientes de terapia de arte não pode ter feito arte em anos, ou mesmo décadas. Na terapia de arte, quase nunca existe um jeito "certo" ou "errado" para criar.Ele não tem que ser bonito, e, de fato, mais você pode deixar isso ir, mais rápido que costumamos fazer progressos. O terapeuta de arte está lá para orientá-lo através da utilização de material visual para expressar seus sentimentos, fazer as coisas fora de seu peito, e olhar para sua situação e resolver problemas de uma maneira nova. Às vezes, você vai encontrar as suas imagens visualmente agradável, e transformar a dor em beleza é muito estimulante, mas isso não é um pré-requisito para a terapia da arte para ter sucesso.
Um exercício início que eu gosto de usar com as pessoas que estão se sentindo intimidados pela arte é colagem de fotos de revista. Eu descrever este processo em detalhe no este post. Arteterapeutas estão muito conscientes de como produzir ansiedade "fazer arte" pode ser quando você não tem em anos. Eles vão deixar você saber que não há certo ou errado; é realmente apenas uma forma de envolver diferentes partes do seu cérebro na resolução de problemas.

Mito 4: A arteterapia é muito "woo-woo" para mim.
Hippie VanHum, não. Na verdade, isso não é o meu carro. Eu não vou pedir-lhe para "abraçá-lo", ou entrar em contato com sua aura.

Mito # 5: Um terapeuta de arte vai olhar para a minha arte e ver as coisas que eu não quero revelar.
Lupa crítica
Enquanto a arte pode nos dar algumas pistas sobre o que você está pensando e sentindo, somente o artista pode finalmente dizer o que seu significado é. Um terapeuta de arte pode ajudá-lo a refletir sobre diferentes possibilidades, ou transformar sua página em torno de vê-lo a partir de um novo ângulo, mas como em terapia da conversa, você permanece o perito em você. Nosso trabalho é ser um facilitador respeitoso, solidário das mudanças que você quer fazer. Olhando para a sua arte, eu não posso dizer quem você está namorando, o que erros você fez em sua vida, ou o que você comeu no café da manhã.

Mito # 6: Arteterapeutas não são "terapeutas reais."
Eu tenho um grau de mestre. Eu estou licenciado como um conselheiro de saúde mental em MA, e também sou uma placa certificada, registrada terapeuta de arte. Nem todos os terapeutas de arte titulares de licenças de aconselhamento, mas todos os terapeutas de arte têm formação de nível de mestrado, assim como assistentes sociais e conselheiros de saúde mental. Existem inúmeros programas de formação de arte-terapia em os EUA e no exterior. Para obter informações sobre como se tornar um terapeuta de arte, cliqueaqui.

Mito # 7: Um terapeuta de arte não será capaz de falar através de meus problemas comigo.
Terapia Mulher com texto
Como mencionei no nº 2, o processamento verbal é uma parte muito importante da arte-terapia. Durante o nosso treinamento como terapeutas da arte, aprendemos a gerar arte exercícios de terapia sob medida para cada cliente. O terapeuta de arte se concentra tanto no processo do cliente de fazer arte, bem como o produto. O terapeuta de arte vai falar através de todas essas informações com o cliente. Clique para saber mais sobre uma sessão típica terapia de primeira arte.
Finalmente, não assuma que um terapeuta arte nunca se envolve em terapia da conversa. Se você achar que você tem um bom jogo com um terapeuta de arte, mas se sentem menos puxado para a arte, falar com ele ou ela sobre como você pode estruturar o trabalho de uma forma que atenda às suas necessidades. Eu tenho alguns clientes que utilizam a arte cada semana, outras pessoas que o utilizam algumas sessões, e não outras, e alguns que nunca ou apenas ocasionalmente usar a arte. O objetivo em arte-terapia é entrar em sintonia com você e que irá ajudá-lo melhor atender às suas metas.

segunda-feira, 13 de julho de 2015

Olha no centro da imagem em cima por 30 segundos e depois olha a "noite estrelada" de vincent van gogh tomar vida


Artista termina desenhos da filha de 2 anos e os transforma em belas pinturas

Postagem de :http://www.tudointeressante.com.br

Durante o período de gravidez, Ruth Oosterman, teve uma espécie de bloqueio de criatividade e não era capaz de criar nada. Mas tudo mudou quando sua filha completou 2 anos de idade…
Hoje, a então “responsável” pela falta de produtividade de sua mãe, virou sua maior fonte de inspiração. Ruth diz que sua filha faz os próprios desenhos sem nenhum tipo de auxílio ou instrução e, em seguida, movida pela imaginação da pequena garota, transforma esses desenhos em obras incríveis:
artista-colaboracao-filha-1
artista-colaboracao-filha-2
artista-colaboracao-filha-3
artista-colaboracao-filha-4
artista-colaboracao-filha-5
artista-colaboracao-filha-6

quinta-feira, 2 de julho de 2015

O que é arteterapia e como ela se insere na psiquiatria?

Publicado em  por 
https://espacosentido.wordpress.com/


A arteterapia é uma técnica que utiliza linguagens artísticas, linguagens das representações simbólicas e da criatividade como forma de se auxiliar o paciente a se expressar e como ferramenta terapêutica. Rudolph Arnheim, figura importante no mundo das artes disse que  “A capacidade inata de compreender através dos olhos está adormecida e deve ser despertada.“ Isso porque na nossa sociedade priorizamos a fala como método expressivo e acabamos nos esquecendo que existem outros canais de contato, reduzindo o homem a aquilo que as palavras permitem dizer.
A arteterapia então está baseada na ideia de que ao explorar canais expressivos pouco utilizados pelo homem é possível despertar facetas adormecidas do indivíduo, ampliando seu repertório e possibilitando novas estratégias de enfrentamento, além de permitir um olhar mais ampliado da relação do paciente com a sua patologia, facilitando a adaptação e reinserção social.
As neurociências, a partir de seus estudos sobre o funcionamento cerebral, têm demonstrado que a expressão através da arte e os produtos criados através dessa linguagem envolvem níveis motores, somatossensoriais, visual, emocional e aspectos cognitivos de processamento de informação com a ativação dos correspondentes processos neurofisiológicos e estruturas cerebrais. Tais achados demonstram a grande potencialidade desse recurso em tratamentos de patologias que envolvem a neurobiologia.
Munida desse conhecimento, a arteterapia trabalha estimulando a integração funcional dos diversos níveis segmentares do sistema nervoso, porque as atividades envolvem desde o planejamento de um projeto, até a sua organização e execução, passando por avaliações dos sentimentos, das percepções e da qualidade do contato entre terapeuta e paciente.
As pesquisas apontam que a expressão de sentimentos pela via da arte, que tem o potencial de os concretizar em imagens, formas, cores ou gestos, e a vivência de situações que na vida cotidiana são usualmente reprimidas e censuradas propicia conexões neuronais semelhantes as que acontecem se a pessoa viver de fato a situação, ou seja: experimentar na arte é semelhante a experimentar na vida.
Por ser uma ciência nova, nascida por volta de 1940, tão nova quanto a conquista tecnológica dos exames de imagem funcional do cérebro, ainda não existem muito estudos científicos específicos que demonstrem, de maneira concreta, a sua efetividade nas psicopatologias, sendo o artigo EXPLORATORY RCT OF ART THERAPY AS AN ADJUNCTIVE TREATMENT IN SCHIZOPHRENIA, referente a um ensaio clínico randomizado controlado, publicado no Journal of Mental Health de 2007 a mais importante evidencia científica da área.  Nele, dois grupos foram avaliados, um com tratamento psiquiátrico padrão e outro com tratamento psiquiátrico padrão mais arteterapia por 12 semanas, com sessões grupais semanais. Foram aplicadas escalas para avaliação dos sintomas negativos antes e depois desse período observando-se que 45% dos indivíduos do grupo com arteterapia apresentaram redução estatisticamente significante dos sintomas negativos no final do período de intervenção e mantiveram estes resultados numa reavaliação após 6 meses.
Uma evidencia bastante animadora, mas ainda incipiente para afirmar que a arteterapia melhora os sintomas negativos. Outras pesquisas estão em andamento.
Ao mesmo tempo, na minha prática clínica observo que a arteterapia, além de melhorar os sintomas dos pacientes psiquiátricos, fato este que corrobora os achados do estudo, é também uma ferramenta interessante de diagnóstico psíquico, uma vez que facilita o contato do paciente e do terapeuta aos conteúdos psicodinâmicos do adoecer e permite trabalhar através do simbólico as possibilidades de enfrentamento e significação, oferecendo ao médico psiquiatra mais uma ferramenta de trabalho e mais uma via de contato, fator valioso para essa área da medicina que trabalha primordialmente com a observação, contato e relato do paciente e de seus familiares para construir os diagnósticos.

Texto escrito por  e publicado no boletim eletrônico da PAX Clínica Psiquiátrica do mês de setembro.

10 curiosidades sobre o desenho do seu filho

Desenho de criança é mais do que um monte de riscos: é uma forma de expressão. Veja 10 fatos curiosos que ajudam a entender o que ela anda rabiscando - 

Postado por :http://www.paisefilhos.com.br/crianca/10-curiosidades-sobre-o-desenho-do-seu-filho/Redação   

Redação Pais&FilhosPais&Filhos 


Quando uma criança recebe (ou pega!) nas mãos uma canetinha e uma folha de papel, a gente já sabe o que vem depois: uma verdadeira arte. No papel, na mesa, na parede, nas mãos… e isso é ótimo!

Separamos uma lista de coisas que você talvez ainda não sabe sobre os desenhos do seu filho:

1. Desenhar é contar uma história. “Quando uma criança desenha ou pinta, não está em questão o julgamento estético de arte. O que se tem ali é uma criança contando sua história particular, única”, diz a arte-educadora Luiza Olivetto, mãe de Homero. Até a Pais&Filhos TV entrou na dança: pediu pra que uma turma toda criativa de crianças desenhassem como imaginavam uma das histórias engraçadas de criança que recebemos. Essa arte virou uma série de desenhos animados super fofa. O último episódio que estreou no canal pode ser visto clicando aqui.
 2. Na hora de desenhar, não existem regras. A gente fica meio preso mesmo: é a sujeira, é o desenho que está esquisito ou sem sentido… A notícia é: isso é ótimo para o desenvolvimento dela.
3. Não existe desenho feio. O certo, o erro, o bonito ou o feio são palavras que não existem no universo da imaginação infantil. Mesmo que o desenho não faça sentido nenhum, não faça críticas, isso só vai bloqueá-lo. O ideal é pedir para que a criança fale sobre o seu trabalho, conte o que criou, por que usou aquelas cores etc.
4. O desenho faz a criança conhecer os próprios sentimentos. É através dele que ela coloca pra fora suas percepções de mundo, suas sensações. E isso elas fazem muito melhor do que nós, adultos, que estamos mais preocupados com o resultado e com a forma do que com o processo em si.
5. Antes dos 3 anos, a criança só rabisca mesmo. São as chamadas garatujas, que começam com formas retas e depois ganham contornos circulares. Mesmo esses formatos estranhos são uma forma de comunicação da criança. É como ela enxerga seu mundo e consegue expressá-lo.
6. A partir dessa idade, ela quer mostrar seus rabiscos. Por ter mais noção de coletivo no lugar da indiviualidade, ela vai perceber que pode oferecer algo ao outro. E aí os “olha, mãe”, “olha, pai” passam a ser frequentes.
7. O tamanho do desenho diz muito sobre a criança. “Crianças que desenham tudo pequeno são mais retraídas, introvertidas, chamam menos a atenção, ou são mais reprimidas. As que ocupam espaço maior são mais expansivas, mais soltas, se sentem mais livres”, exemplifica a arteterapeuta Mônica Guttman, mãe de Suzana e Laszlo. As cores e a força no papel também podem dar indícios do momento emocional em que ela está vivendo.
8. Desenhos prontos para colorir ou livre expressão? Tanto faz. Para a maioria dos especialistas, isso não é arte, já que não permite a criação livre, com as impressões pessoais de cada criança. Já a arte-educadora Camila Di Giacomo, mãe de Ian e Lorenzo, e dona do Ateliê Sucatinha de Luxo, acha que tudo bem. “Mostrar referências e obras de artistas às crianças pode ser muito rico”, diz.
9. Desenhar faz bem para o desenvolvimento motor. E também para a criatividade, para a percepção e, claro, no processo dos pais conhecer melhor opróprio  filho.
10. Estimular é legal. Uma dica bacana é fazer uma “exposição de arte” das obras da criança para toda a família. Essa é uma forma de valorizar a arte do seu filho, além de ser ótimo para a autoestima e desenvolvimento dele. Não é assim que a gente faz quando gosta de um quadro e quer emoldurá-lo, por exemplo?
- See more at: http://www.paisefilhos.com.br/crianca/10-curiosidades-sobre-o-desenho-do-seu-filho/#sthash.3pWiUmgN.hlcZXGg4.dpuf

 https://www.facebook.com/share/p/18ao4u4vbB/