quarta-feira, 28 de março de 2012

Como Lidar Com o Aluno Desatento


Como Lidar Com o Aluno Desatento
Fonte: Revista Pró-Educação, ano II, Edição 10, out/nov 1999, São Paulo- SP

Como Lidar Com o Aluno Desatento
O déficit de atenção em sala de aula, conhecido por DA (déficit de atenção) é motivo de estudos de Edward M. Hallowell e John J. Ratey, do CH ADD National Office.
Uma tradução de 50 dicas para administrar o problema foi publicada pela revista Pró-Educação, em novembro de 1999. Acompanhe abaixo um resumo deste material:

50 dicas para administrar o DA (déficit de atenção)

01. Antes de tudo, tenha a certeza de que o problema é realmente DA. Elimine primeiro as hipóteses de problemas de audição e visão, ou outro problema médico, conversando com os pais e com a criança.

02. Prepare-se para suportar. Ser professor em uma sala de aula com duas ou três crianças com DA é cansativo. Busque apoio da escola e dos pais e tenha por perto um psicólogo, pedagogo, pediatra ou outro a quem consultar.

03. Um professor não é especialista em DA. Conheça seus limites e não hesite em pedir ajuda quando necessário.

04. Sozinho com a criança, conte a ela o que é DA e pergunte-lhe o que pode ajudar. As crianças são muito intuitivas e ela mesma poderá ter a resposta que procura. Sua opinião deve ser levada em conta, pois ela é quem mais sabe como aprende melhor ou não.

05. Faça listas. Elas precisam consultar o que estão fazendo para não se perderem, precisam ser lembradas, precisam de previsões e de repetições. Elas também necessitam de diretrizes e de limites.

06. Considere a parte emocional do aprendizado, pois a criança precisa de apoio especial para encontrar prazer na sala de aula. Domínio, ao invés de falhas e frustrações. Excitação, ao invés de tédio e medo.

07. Estabeleça regras fáceis e por escrito. A criança se sente segura sabendo o que é esperado dela.

08. Repita as diretrizes, fale sobre elas, repita outra vez. Pessoas com DA precisam ouvir as coisas mais vezes.
09. Olhe bem nos seus olhos. Isso a tirará do seu devaneio e também lhe dará segurança.

10. Coloque a criança sentada o mais próximo possível de você.

11. Estabeleça limites devagar, com calma, não de modo punitivo. Seja firme e fale pouco e honestamente.

12. Tente prever. Coloque o plano à vista da criança e avise-a de mudanças, se forem acontecer.

13. Ajude a criança a fazer sua programação para depois da aula, esforçando-se para evitar seu hábito de adiar as tarefas.

14. Elimine ou reduza a frequência dos testes de tempo, que não possibilitam à criança com DA mostrar o que sabe.

15. Propicie uma válvula de escape, deixando-a sair da sala por alguns minutos.

16. Busque a qualidade em vez das quantidades nos serviços de casa.

17. Monitore e dê à criança retornos sobre seu desempenho.

18. Dividir grandes tarefas em tarefas menores é uma das principais formas de ajudar a criança, nos casos de DA.

19. Permita-se brincar, divertir, ser extravagante. Crianças com DA adoram novidades e reagem com entusiasmo. Se se fizer de bobo, isso ajuda muito porque ela não o achará um chato.

20. Vá até certo ponto na estimulação, e não mais além. Prevenir é o melhor para se lidar com o caos na sala de aula.

21. Elogie, pois estas crianças já convivem com o fracasso. Elas adoram ser encorajadas e isso ajuda muito na auto-estima.

22. Trabalhe com a memória, ensinando coisas como rimas, lembretes, códigos fáceis de serem decorados e lembrados.

23. Use resumo, ensine resumido, sem profundidade. Isso dá à criança a sensação de domínio durante o processo de aprendizagem, e não a sensação de que aquilo tudo é desnecessário.

24. Avise antes sobre o que vai falar, então fale. Depois fale sobre o que falou. Crianças com DA aprendem melhor visualmente do que com voz, então escreva enquanto fala.

25. Dê instruções simples e opções simples, para prender a atenção.

26. Ensine-a a se auto-observar, fazendo perguntas: Você sabe o que fez? Como acha que poderia ter dito aquilo de outro jeito? O que acha que a garota sentiu quando você falou isso?

27. Mostre abertamente suas expectativas.

28. Muitas crianças com DA são pequenos empreendedores e respondem muito bem a recompensas e incentivos.

29. Elas são vistas como egocêntricas, quando na verdade não sabem como agir. Diga, por exemplo, "antes de contar a história, ouça a dos outros e olhe para a pessoa com quem estiver falando".

30. Aplique testes de habilidades.

31. Faça a criança se sentir envolvida nas coisas. Isso vai motivá-la bastante.

32. Separe pares ou trios de crianças que não se dão muito bem juntas.

33. Atente para a integração. Essas crianças precisam se sentir enturmadas, é quando elas se motivam.

34. Sempre que possível, devolva as responsabilidades à criança.

35. Experimente um caderno 'escola - casa - escola' para comunicação com os pais, que garante um retorno.

36. Tente utilizar relatórios diários de avaliação.

37. Incentive a auto-avaliação, inclusive nos intervalos e no fim da aula.

38. Prepare-se para imprevistos, o que pode evitar inquietações.

39. Elogie, seja firme, aprove, encoraje e seja amoroso.

40. Faça a criança escrever notas para si mesma, para lembrar depois.

41. Escrever à mão é muitas vezes difícil para essas crianças. Ensine-as, por exemplo, a usar teclados, faça ditados, aplique testes orais.

42. Seja como um maestro, tendo a atenção da orquestra antes de começar.

43. Sempre que possível, prepare para cada aluno um 'companheiro de estudo' para cada tema, se possível com o número do telefone.

44. Explique e dê o tratamento normal, evitando o estigma.

45. Reuna-se com os pais mais vezes e não apenas para resolver crises ou problemas.

46. Incentive a leitura em voz alta, em casa e na sala de aula. Faça a criança recontar histórias. Ajude-a falar por tópicos.

47. Repetir, repetir, repetir.

48. Exercícios físicos, ginásticas, um dos melhores tratamentos para DA, adultos ou crianças. Ajudam a liberar excesso de energia, ajudam na concentração da atenção. Assegure-se de que sejam divertidos.

49. É melhor que a criança já saiba o que vai ser discutido naquele dia.

50. Esteja atento às dicas do momento. Essas crianças são mais talentosas e artísticas do que parecem. São cheias de criatividade, alegria, espontaneidade e bom humor. Tendem a ser resistentes, sempre agarradas ao passado. São generosas de espírito, felizes em poder ajudar alguém e sempre têm algo de especial que engrandece as coisas com que estão envolvidas. Lembre-se de que no meio do barulho existe uma sinfonia, uma sinfonia que precisa ser escrita.

Psicologia Infantil: Sobre deficiências físicas e superação - Filme "O ...

Psicologia Infantil: Sobre deficiências físicas e superação - Filme "O ...: Convido meus caros leitores a fazerem um exercício prático bastante simples. Fechem os olhos por determinado momento e assim tentem imaginar...

domingo, 18 de março de 2012

Síndrome de Turner

Síndrome de Turner

A síndrome de Turner é bastante rara e ao contrário da síndrome de Klinefelter afeta apenas indivíduos de sexo feminino e não possui cromatina sexual, são monossomicos, ou seja, em exames de seu cariótipo revelou a presença de 45 cromossomos, sendo que do par dos sexuais há apenas um X. Sendo seu cariótipo representado por 45,X.

A ST ocorre em apenas 1 mulhere entre 3.000 nascimentos, devido ao grande número de abortos que chega ao índice de 90-97,5%).

O surgimento da sindrome pode surgir quando esta ausente o cromossomo x paterno no espermatozóide.

As meninas com esta Síndrome são identificadas ao nascimento, ou antes, da puberdade por suas características fenotípicas distintivas. A constituição cromossômica mais freqüente é 45, X sem um segundo cromossomo sexual, X ou Y.





Característica do Portador

Quando adultas apresentam geralmente baixa estatura, não mais que 150 cm; linha posterior de implantação dos cabelos baixa (na nuca) ; pescoço alado; retardamento mental; genitálias permanecem juvenis; ovários são atrofiados e desprovidos de folículos, portanto, essas mulheres não procriam, exceto em poucos casos relatados de Turner férteis; devido à deficiência de estrógenos (hormônio feminino) elas não desenvolvem as características sexuais secundárias ao atingir a puberdade, sendo, portanto, identificadas facilmente pela falta desses caracteres; assim, por exemplo, elas não menstruam (isto é, tem amenorréia primária); grandes lábios despigmentados; pêlos pubianos reduzidos ou ausentes; desenvolvimento pequeno e amplamente espaçados da mamas ou mamas ausentes; pelve andróide, isto é, masculinizada; pele frouxa devido à escassez de tecidos subcutâneos, o que lhe dá aparência senil; unhas estreitas; tórax largo em forma de barril; anomalias renais, cardiovasculares e ósseas No recém nascido, há freqüentemente edemas nas mãos e no dorso dos pés, que leva a suspeitar de anomalia.

Não exibem desvios de personalidade, ou seja, sua identificação psicossocial não é afetada.
Não exibem desvios de personalidade, ou seja, sua identificação psicossocial não é afetada.

 
Linha posterior de implantação dos cabelos baixa (na nuca)

Pêlos pubianos reduzidos ou ausentes
Baixa estatura

Pescoço alado
Tratamento

Em decorrência da disgenesia ovariana, a única fonte de estrógeno para essas pessoas são as supra-renais; como a taxa desses hormônios é baixa, as pacientes devem receber aplicações de estrógenos para estimular o desenvolvimento dos caracteres sexuais secundários e o aparecimento da menstruação. Usualmente esse tratamento tem início aos 16 anos para evitar que os estrógenos aplicados retardem ainda mais o crescimento.

Leonardo Leite
revisado por Giselda MK Cabello
Fonte:http://www.ghente.org/ciencia/genetica/turner.htm


Aqui estão algumas dicas que podem ajudar sua filha a lidar com alguns desafios relacionado ao seu estilo de aprendizado (são aplicáveis a outras crianças também)

* Incentivar responsabilidade pessoal com seu armário, caderno, etc. Ajude-a a desenvolver rituais específicos e explícitos de organização (anotações do professor devem sempre estar nesse bolso, o lanche deve sempre ficar nessa prateleira, suas bijuterias devem ficar sempre nesse local, etc.) Lembretes e anotações podem ajudar.

* Ela poder ter dificuldades em lidar com mudanças inesperadas da rotina. Avise-a antecipadamente e descreva explicitamente o que acontecerá, revise passo a passo do que exatamente ela terá que fazer .....

* Ajude-a em sua limpeza semanal de sua mesa, armário, mochila, quarto ( cada vez menos, a medida em que ela for aprendendo)

* Ajude-a a utilizar uma agenda de compromissos para anotar deveres e pastas coloridas para manter seus papéis e licões de casa organizados.

* De instruções claras para trabalhar em projetos e lições de casa, dando prioridades, dividindo uma tarefa em partes, desenvolvendo um plano de compromisso.

* Letra cursiva e anotações podem ser um problema. Se ocorrer, poderá ser resolvido utilizando-se um gravador, pegando o resumo do professor, copiando as anotações de colegas de classe ou utilizando um processador de texto em classe.

* Auxilie-a perceber similaridades e diferenças entre as tarefas, encontre dicas em uma tarefa que esteja relacionada a alguma tarefa anterior e adapte estratégias para lidar com as variações das tarefas (generalizando e depois adaptando).


sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Arte Terapia: Arte com arte na escola

De Projetos Pedagógicos Dinâmicos
Confira toda a matéria em:http://www.projetospedagogicosdinamicos.com/arte_terapia.htm


A arte é, entre todas as atividades, a que agrega de modo mais eficiente os aspectos racionais e criativos do ser humano.
Ao desenvolver uma atividade artística, o sujeito não só estará interferindo na realidade, como também estará estruturando-se de forma mais adequada, saudável e eficiente.
Através das diversas manifestações artísticas, as pessoas podem se expressar de uma forma própria e singular e superar as mais diversas barreiras da comunicação.
Utilizando-se de todas as expressões artísticas e com recursos simples e muito eficientes a arte terapia favorece o desenvolvimento e à superação de limitações pessoais, buscando-se assim o aumento do repertório de habilidades, a melhor estruturação da personalidade, o aumento do horizonte de interesses, a composição de novos objetivos e a melhor habilidade em lidar com os seus próprios conflitos.
Muitas instituições voltadas para a inclusão social utilizam a arte, como importante meio educacional. . Onde outras metodologias falharam a arte alcançou resultados significativos, principalmente ao atrair espontaneamente meninos e meninas para outras atividades educativas e sociais.

“As muralhas estéticas definiam o território fechado de uma certa forma de ócio elegante. Mas esse lazer ocioso, essa utilização do tempo livre, não foram dados a todos por igual dentro da sociedade: constituíram-se em privilégio das classes sociais favorecidas, que foram também as classes sociais dominantes. (Porcher, 1982, p. 13)
A educação escolar deve assumir, através do ensino e da aprendizagem do conhecimento acumulado pela humanidade, a responsabilidade de dar ao educando o instrumento para que ele exerça uma cidadania mais consciente, crítica e participante. (Ferraz e Fusari, 1993, p. 33 e 34).

Através de projeto educativo integrando todas as disciplinas é possível junto com o professor de artes trabalharem de forma significativa com o objetivo de atrair alunos para que possam desenvolver a aprendizagem, e recuperar sua auto-imagem. Atividades simples tais como a hora do conto, desenhos, interpretação oral e escrita , dramatização dos personagens ou seja através de arte terapia interativa.

Um exemplo deste trabalho foi desenvolvido em uma escola da rede municipal com crianças de 4ª serie. A atividade teve com objetivo resgatar auto-imagem de alunos com dificuldades de leitura e escrita par tanto a professora utilizou-se da hora do conto, tão importante para o desenvolvimento do psiquismo infantil; onde o aluno é autor e co-autor do conto.

Enquanto co-autor um narrador de um lado, e de outro lado o autor contador de historia, e de outro lado o ouvinte, deu-se importância para oralidade. Em seguida para rescrita do conto e leitura desta produção. Num terceiro momento a representação desse personagem e seu  
significado para o aluno quer seja através de desenho, musica, fantoches, e/ou a dramatização. O educador deve estar atento “saber olhar para saber escutar” para que possa observar o comportamento dos alunos frente a cada passo resgatando sua auto-imagem e de fato favorecendo o aprendizado assim com Adrian Hills alcançou seu crescimento é possível com sensibilidade e com arte para a arte atingir o que desejamos: formação de sujeitos autônomos.


segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Brincar é preciso!


Poucas coisas terão tanta importância para o desenvolvimento de uma criança, como o ato de brincar.  


Podemos ser levados a pensar que o jogo não passa de um modo de passar o tempo, mas é inequivocamente, muito mais que isso. O jogo surge-nos como a mais espontânea atividade infantil, contribuindo para o crescimento e desenvolvimento das diversas facetas da personalidade.
A função do jogo é auto-educativa. É através dele que a criança cresce e evolui para a adolescência e para a maturidade.
Psicomotricidade e atividade intelectual
O brinquedo favorece o gesto, a coordenação de movimentos e o controlo. Ao jogar ao berlinda, por exemplo, as crianças tentam adquirir alguma precisão ao nível do toque, para que não percam. Esta precisão é de extrema importância para a coordenação motora.
Ao mesmo tempo, a atração pela cor ou pela forma, a sua correta utilização e, em alguns jogos didáticos, a possibilidade de seriação (do maior para o menor; encaixes de cores e tamanhos distintos), permite favorecer o desenvolvimento de formas de pensamento cada vez mais complexas.
A criança aprende a conhecer, armazena dados na memória e estuda a relação causa-efeito. Deste modo encontra novas estratégias para solucionar problemas e aprende a controlar emoções. 

Autora recorre à imaginação para abordar a morte em livro infantil


Autora recorre à imaginação para abordar a morte em livro infantil

A obra de Teresa Lobato de Faria acaba de chegar às livrarias



A “História do Sempre e do Nunca”, inserido na coleção Histórias Terapêuticas, da Oficina do Livro, tem como objetivo orientar o desenvolvimento saudável das crianças, através do mundo maravilhoso da imaginação.
Destinada a crianças e adultos que se encontram sensibilizados pelo tema da morte, a obra tem um enredo aliciante: a morte da rainha leva o rei a deixar de acreditar em fadas e em toda a esperança e felicidade que existe no mundo. Mas a princesa Inis, sua filha, quer lutar contra esta ideia do seu pai e, ao descobrir os muitos segredos que o bosque e as fadas guardavam pelos tempos fora, consegue reconquistar a felicidade e espalhar esperança não só pelo seu reino, mas por todo o mundo.
Teresa Lobato de Faria é licenciada em psicologia pela Universidade de Lisboa e pós-graduada em aconselhamento educacional e psicoterapia com crianças e adolescentes.

terça-feira, 10 de janeiro de 2012


TEATRO, MÚSICA E DANÇA JUNTOS EM ESPETÁCULO QUE CONTA A HISTÓRIA DA PSIQUIATRA NISE DA SILVEIRA

Nise da Silveira

A psiquiatra Nise da Silveira foi uma das pioneiras no uso da arte como terapia no Brasil. Pioneira, aliás, é uma palavra que seria capaz de dizer um pouco do que Nise foi não só como profissional, mas também como mulher. Presa durante a ditadura do Estado Novo, Nise aproximou-se de Graciliano Ramos, que partilhou com ela momentos difíceis na prisão e a descreveu de forma precisa no seu Memórias do Cárcere.  Também era próxima de nomes como Manuel Bandeira, além de discípula do psiquiatra suíço Carl Gustav Jung.

As ideias de Jung foram, quase todas, desenvolvidas e aplicadas por Nise. O próprio uso da arte como ferramenta para revelar as imagens do inconsciente de muitos de seus pacientes, foi um método desenvolvido pelo psiquiatra que Nise colocou em prática. Noções como arquétipo, inconsciente coletivo, a concepção de símbolos e imagens foram todas reunidas por Nise para formar uma psiquiatria antes de tudo direcionada a desvender os mistérios da mente humana de forma menos autoritária e repressiva.

Nise substituiu o eletrochoque por telas e tintas, as altas doses de remédio por dança, o silêncio por música e mudou a forma de ver o transtorno mental. Conhecida por sua sensibilidade, a proximidade com poetas e artistas de modo geral impregnou na vida de Nise de forma fecunda e fez nascer e crescer resultados cujos frutos são colhidos até hoje em muitos hospitais psiquiátricos do país que, a exemplo de Nise, também trocaram as camisas de forças pelas formas artísticas da liberdade.

É toda esta história que, longe de ver a loucura de forma idealizada, soube percebê-la em toda sua delicadeza e complexidade, inspira o espetáculo Nise da Silveira – Senhora das Imagens que chega agora a São Paulo depois de uma temporada em outras cidades do país, como Brasília e Rio de Janeiro. O espetáculo, dirigido por Daniel Lobo, mistura dança, música, canto, teatro e projeções multimídias, guiando-se pelas Imagens que, não por acaso, também foram o grande guia de Nise.

Abaixo mais informações e vídeo com cenas do espetáculo:

NISE DA SILVEIRA – SENHORA DAS IMAGENS
COM MARIANA TERRA E CARLOS VEREZA (VOZ DO INCONSCIENTE). PARTICIPAÇÕES: FERREIRA GULLAR E JOSÉ CELSO MARTINEZ CORRÊA (VÍDEO)
DRAMATURGIA E DIREÇÃO: DANIEL LOBO
COREOGRAFIAS: ANA BOTAFOGO
TRILHA ORIGINAL: JOÃO CARLOS ASSIS BRASIL
Estreia dia 1 de Fevereiro de 2012 (quarta-feira)
Até 29 de Março, Quartas e quintas às 21h
Teatro Eva Herz (166 lugares)
Av. Paulista, 2073 (Conjunto Nacional) (Bela Vista)
Tel: (11) 3170-4059
Duração: 90 minutos; Recomendação: 16 anos
Preço na Bilheteria: R$ 50,00



(compartilhando de):http://glaucocortez.com/2012/01/09/teatro-musica-e-danca-juntos-em-espetaculo-que-conta-a-historia-da-psiquiatra-nise-da-silveira/

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

CURSO DE FÉRIAS - 2012


CURSO DE FÉRIAS - 2012


TÉCNICAS EXPRESSIVAS NO TRABALHO COM CRIANÇAS
(Iniciação)  

• A criança e a Arte
• A Arte no processo terapêutico
• Desenvolvimento da criança pelo desenho
• Utilização e técnicas de materiais de artes plásticas adequados a diferentes faixas
   etárias
• O uso de Músicas no processo terapêutico infantil
• A Expressão Corporal da criança
• Práticas de jogo lúdicos corporais no processo arteterapêutico
• A Literatura Infantil na Arteterapia
• Os contos de fadas e o desenvolvimento do sujeito
• Desenvolvimento da criança pelo jogo dramático
• Prática de Psicodrama com crianças
• A Vivência Arteterapêutica com Crianças

Organização:Incorporar-te: Espaço Terapêutico Corpo Artes
TURMA DO RIO DE JANEIRO:
Local: Copacabana
Data:s 10,17, 24 e 31 de Janeiro de 2012
Horário: 9:00 às 13:00 h
Carga Horária: 16 h
Investimento: 1 parcela de R$ 180,00 ou 2 parcelas de R$ 100,00 (a primeira paga no ato da inscrição e a segunda com cheque pré para o 1º dia de aula).

Coordenação: Priscilla Kessedjian
Terapeuta Corporal formada em Comunicação das Artes do Corpo pela PUC/SP e Licenciada em Dança pela Faculdade Angel Vianna/RJ; 
Arteterapeuta formada pelo Incorporar-te/RJ: AARJ, reg: 459;
Pisocterapeuta Corporal em Psicologia Biodinâmica e Análise Psico-Orgânica formada pelo CEBRAFAPO/EFAPO;
Professora Convidada dos cursos de Formação de Terapeutas em Arteterapia do Incorporar-te;
Experiências na preparação corporal de atores, no trabalho com arteterapia em psico-oncologia pediátrica e em Arte Educação;
Membro da Equipe Técnica do Incorporar-te atuando na área de Saúde Mental e nos Atendimentos à Comunidade.
Informações e Inscrições:21 - 34736881/96747595
at@incorporarte.psc.br

TURMA DE CURITIBA:
Local: Centro do Ser - Bigorilho
Data:s 17 e 18 de Janeiro de 2012
Horário: 09:00 às 18:00 h
Carga Horária: 16 h
Investimento: 
1 parcela de R$ 180,00 ou 2 parcelas de R$ 100,00(a primeira paga no ato da inscrição e a segunda com cheque pré para o 1º dia de aula).

Coordenação: Rozemar Cândido
Pedagoga com formação em Orientação Educacional pela Universidade do Vale do Itajaí;
Especialista em Educação Fundamentada na Arte pela Universidade Tuiuti do Paraná;
Arteterapeuta formada pelo Incorporar-te/Florianópolis –SC: Reg. AARJ 518;
Membro do grupo THT- Terapia Holística Tradicional; Contadora de Histórias orientada pelo escritor e contador de história Celso Sisto e pela atriz e contadora Margarida Baird;
Co-Coordenadora do Projeto Arteterapêutico de Atendimentos Acessíveis do Incorporar-te em Curitiba.
Informações e Inscrições:
41 - 33083786/98045876

at@incorporarte.psc.br

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